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Associação Equestre
"ENTRE AMIGOS"

Semeia-se um pensamento e colhe-se uma acção
Semeia-se uma acção e colhe-se um hábito
Semeia-se um hábito e colhe-se um carácter
Semeia-se um carácter e colhe-se um destino

Origem da Associação

Meu nome é Mónica F. Monteiro e desde os 5 anos que a minha paixão é montar a cavalo e estar perto deles. Com o decorrer do tempo e a prática na equitação, comecei a tourear aos 18 anos, tendo experimentado várias modalidades equestres e já nesta altura eu me dediquei ao desbaste e ensino dos cavalos, sendo esta a parte que eu mais gostava, pois o contacto com os cavalos era maior e com mais profundidade.
Depois de 4 anos de toureio e depois de ter sido a 1ª mulher no mundo a passar a profissional no toureio, tive um acidente de viação quando ía a cavalo de um cavalo que estava ensinando, e fui atropelada por um autocarro da rodoviária. Este acidente destruiu a carreira tauromáquica e deixou sequelas muito grandes, em tempos cheguei a pensar que jamais poderia voltar a montar, pois fiquei com uma lesão cervical muito alta que me impedia ter qualquer movimento do pescoço para baixo.

A ideia de não poder montar ou de ter medo de montar aterrorizava-me e só pensava em voltar a montar para que pudesse tirar todas as minhas dúvidas. Foi então que, após 6 meses de acidente, quando voltei a casa dos meus pais, voltei a montar num poldro que eu mesma tinha desbastado. Ajudada pelo meu pai, depois de estar sentada em cima do cavalo, todos se surpreenderam ao verem o cavalo a fazer os exercícios que eu fazia com ele todos os dias, embora assustada e com receio de caír, pois eu não tinha qualquer movimento funcional no corpo. Sentia-me feliz, pois apercebi-me que não tinha ganho medo, embora não estivesse a gostar muito de estar a cavalo, pois causava-me muito desequilíbrio e mal estar, o que me deixou triste, pois pensei que tinha desaparecido a minha paixão por montar, mas o cavalo de seu nome “Sadam” estava a ajudar-me imenso e ele logo se apercebeu que tinha de ser ele a fazer as coisas porque eu não conseguia.
No dia seguinte eu reparei que tinha ganho um movimento no meu pé esquerdo que não era previsto acontecer, pois os médicos tinham dito que seria impossível vir a ganhar movimentos do meu lado esquerdo. Eu logo associei este facto ao cavalo, embora ninguém mais pensasse igual.

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A ideia de não poder montar ou de ter medo de montar aterrorizava-me e só pensava em voltar a montar para que pudesse tirar todas as minhas dúvidas...


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